A norma aponta a necessidade de ações concretas, como:
melhoria das condições e organização do trabalho
fortalecimento do clima organizacional e da comunicação
programas de promoção da saúde mental
prevenção de assédio e criação de ambientes mais seguros
estímulo ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional
acompanhamento contínuo da eficácia das medidas adotadas
Cuidar da saúde mental não é apenas prevenir adoecimento.
É também:
reduzir afastamentos e licenças médicas
fortalecer engajamento e retenção de talentos
construir reputação e responsabilidade institucional
criar ambientes mais humanos, seguros e produtivos
Empresas que cuidam da mente e do corpo se fortalecem como negócio.
A nova NR1 coloca a saúde mental no centro da segurança do trabalho.
Ela reconhece que fatores psicossociais também são riscos ocupacionais, e precisam ser identificados, avaliados e prevenidos dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Empresas que cuidam da mente protegem o corpo e fortalecem o negócio.
Isso muda completamente o cenário:
não é mais apenas “benefício”, é responsabilidade organizacional.
São situações do ambiente profissional que podem causar adoecimento mental e físico, como:
Estresse crônico
Ansiedade ligada a demandas e resultados
Burnout
Sobrecarga constante
Metas abusivas
Assédio e isolamento
Fatores concretos do cotidiano corporativo.
Pontos de atenção que entram no radar das organizações
Os fatores observados incluem:
Gestão organizacional
Contexto do trabalho
Relações sociais no ambiente
Conteúdo e exigência das tarefas
Condições do ambiente
Jornada de trabalho
Violência e assédio moral/sexual
Discriminação
Risco de trauma ou eventos graves
Isso mostra que saúde mental não é só “individual”.
É clima, cultura e estrutura.